segunda-feira, 24 de novembro de 2014

ADEUS, TRISTEZA!



(RÔ Campos)

Quando a tristeza vier, assim,
Sem saber de onde nem por que,
E bater à tua porta, feito louca,
Deixa a tristeza entrar.

Espera que ela sente
E escuta ela falar.
E, depois, quando chegar a hora,
Manda a tristeza ir embora.

Só não deixa a tristeza ficar.
Porque, tristeza que se abanca,
São estrelas que se apagam,
Escuridão que não tem fim.
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