(RÔ Campos)
1. A vida é como um novelo de lã; a gente vai usando, usando usando...uns a tecem distorcidamente, outros o fazem delicadamente; até que um dia o tecido está pronto...e o novelo chega ao fim...
2. E o que é a vida, afinal? É o que cada um faz dela - foi o que me disse a voz do vento.
3. A vida é feita de encontros, desencontros e outros reencontros tantos. É feita também de chegadas e despedidas. A vida é feita de verdades escondidas e de mentiras esquecidas no vão da porta.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
UMA CANÇÃO PRA VIVER
(RÔ Campos)
Já faz tanto tempo...
Não faz mais sentido
Correr contra o vento
Em busca do tempo perdido
Se tudo ficou pra trás.
Foram dias tão tristes
Sem lua, nem estrelas
Um céu tão distante
O amor que se foi, feliz
E um coração sangrando.
Não faz nenhum sentido
Nadar contra as águas
Em busca do amor perdido:
O rio da vida segue adiante
Nunca volta pra trás.
Hoje escrevo essa canção
Sem passado, nem futuro
É só a saudade presente
De um tempo que já não é
De tudo que ficou pra trás.
Minhas folhas já caíram
Muitos invernos vivi.
Não demora, nova estação
Primavera no coração
E cantarei pro meu amor essa canção:
És o meu mar, meu céu
Um elo indestrutível.
A água que sacia a minha sede
E o alimento que mata a fome
De um amor inesgotável.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
NOTAS, AGORA, APENAS MUSICAIS...
POSTAGEM DE UM CERTO RENAN BELMIRO, DAQUI DESTAS PLAGAS, QUE FAZ SEI O QUE LÁ PELA ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL - OMB/AM, UM ÓRGÃO QUE AGONIZA NACIONALMENTE, E QUE JÁ CAIU EM QUASE TODA A SUA ESTRUTURA INICIAL.
CAUSOU-ME ABSOLUTA ESPÉCIE ESSA POSTAGEM. ESSE RAPAZ ESTÁ PRECISANDO SE ATUALIZAR, OU MELHOR, SE RECICLAR, SE É QUE CONTÉM EM SUA FORMAÇÃO MATÉRIA-PRIMA PARA ISSO. SABIDAMENTE, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL JÁ SE PRONUNCIOU SOBRE ESSA QUESTÃO, E NÃO SUBSISTE MAIS QUALQUER OBRIGAÇÃO DE O MÚSICO FILIAR-SE À OMB PARA EXERCÍCIO DE SEU OFÍCIO. TUDO ISSO EM RESPEITO À CONSTITUIÇÃO FEDERAL DEMOCRÁTICA, EM VIGOR DESDE O DIA 05 DE OUTUBRO DE 1988, QUE, ROMPENDO COM UM PASSADO SOMBRIO, DECLAROU, DENTRE OUTRAS CONQUISTAS, SER LIVRE O EXERCÍCIO DE QUALQUER PROFISSÃO.
PORTANTO, CARO BELMIRO, ESSA TAL DE NOTA CONTRATUAL NÃO PASSA DE UM DELÍRIO SEU, TÃO APEGADO A COISAS DO PASSADO, QUE JÁ FORAM ABOLIDAS PELOS VENTOS DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE, QUE TEIMAM EM SOPRAR NO BRASIL.
NOTAS, AGORA, BELMIRO, APENAS MUSICAIS.
SAUDAÇÕES.
DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI...DOÓÓÓÓÓÓÓ
"O único documento que prova que o músico EXERCEU sua função é a Nota Contratual, mas só pode fazer a nota quem está em dias na OMB, então quem não tá em dias como é que vai poder PROVAR que exerceu a função sem ter a nota?
Será que que o INSS vai pedir pra eles tocarem um CHORINHO ou cantar uma BOSSA? rs..."
CAUSOU-ME ABSOLUTA ESPÉCIE ESSA POSTAGEM. ESSE RAPAZ ESTÁ PRECISANDO SE ATUALIZAR, OU MELHOR, SE RECICLAR, SE É QUE CONTÉM EM SUA FORMAÇÃO MATÉRIA-PRIMA PARA ISSO. SABIDAMENTE, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL JÁ SE PRONUNCIOU SOBRE ESSA QUESTÃO, E NÃO SUBSISTE MAIS QUALQUER OBRIGAÇÃO DE O MÚSICO FILIAR-SE À OMB PARA EXERCÍCIO DE SEU OFÍCIO. TUDO ISSO EM RESPEITO À CONSTITUIÇÃO FEDERAL DEMOCRÁTICA, EM VIGOR DESDE O DIA 05 DE OUTUBRO DE 1988, QUE, ROMPENDO COM UM PASSADO SOMBRIO, DECLAROU, DENTRE OUTRAS CONQUISTAS, SER LIVRE O EXERCÍCIO DE QUALQUER PROFISSÃO.
PORTANTO, CARO BELMIRO, ESSA TAL DE NOTA CONTRATUAL NÃO PASSA DE UM DELÍRIO SEU, TÃO APEGADO A COISAS DO PASSADO, QUE JÁ FORAM ABOLIDAS PELOS VENTOS DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE, QUE TEIMAM EM SOPRAR NO BRASIL.
NOTAS, AGORA, BELMIRO, APENAS MUSICAIS.
SAUDAÇÕES.
DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI...DOÓÓÓÓÓÓÓ
"O único documento que prova que o músico EXERCEU sua função é a Nota Contratual, mas só pode fazer a nota quem está em dias na OMB, então quem não tá em dias como é que vai poder PROVAR que exerceu a função sem ter a nota?
Será que que o INSS vai pedir pra eles tocarem um CHORINHO ou cantar uma BOSSA? rs..."
sábado, 3 de agosto de 2013
PARAÍSO! ATÉ QUANDO?
Foi nesse lugar mágico que nos refugiamos (eu, meu filho Éric, meu netinho Diogo, meu sobrinho Rodrigo Loureiro, minha sobrinha Vanessa Campos, e minhas sobrinhas-netas Areli e Dara Campos, na segunda-feira passada, folga do DOM LUIZ.
Não tenho palavras para lhes dizer sobre o encantamento das horas que lá passamos, com direito a tudo, exceto a lua, que resolveu não sair. Mas, logo que a noite se derramou sobre a tarde, o céu estava crivado de estrelas. Ficamos feito loucas (eu e Areli), tentando localizar as Três Marias...em vão. Acho que elas estavam escondidas atrás das imensas árvores, dificultando nossa visão. Todavia, vimos o Cruzeiro do Sul, e tantas estrelas lindas, de várias cores, que brilhavam sem parar, e tentávamos visualizar, a olho nu, alguma Constelação. Às vezes eu tinha a impressão de que via dois olhos. O céu está repleto de olhos...pensei. No meio da noite, já estávamos todos deitados em nossas respectivas redes, na enorme varanda que nossos amigos estão construindo em sua casa, e percebemos o barulhinho gostoso do igarapé cortando a floresta, e seguindo o seu curso. Que delícia! No final da noite e início da madrugada, a chuva despencou, e ficamos todos regozijados com isso. A madrugada ficou mais fria, e dormimos ao som da fina chuva que caía, molhando o chão ressequido pelo forte calor que fazia naquela segunda-feira, durante o dia.
O barulhinho do igarapé cortando a floresta e o barulhinho da chuva fina caindo sobre as telhas da casa; o frio gostoso na rede; o edredon como companheiro; os pensamentos nas nuvens; o corpo e a mente relaxados; o dia seguinte: o sol surgindo, o banho delicioso no igarapé, a farra das crianças, a conversa jogada fora...Um verdadeiro paraíso, lá, do outro lado da ponte do bilhão. Até quando?
Não tenho palavras para lhes dizer sobre o encantamento das horas que lá passamos, com direito a tudo, exceto a lua, que resolveu não sair. Mas, logo que a noite se derramou sobre a tarde, o céu estava crivado de estrelas. Ficamos feito loucas (eu e Areli), tentando localizar as Três Marias...em vão. Acho que elas estavam escondidas atrás das imensas árvores, dificultando nossa visão. Todavia, vimos o Cruzeiro do Sul, e tantas estrelas lindas, de várias cores, que brilhavam sem parar, e tentávamos visualizar, a olho nu, alguma Constelação. Às vezes eu tinha a impressão de que via dois olhos. O céu está repleto de olhos...pensei. No meio da noite, já estávamos todos deitados em nossas respectivas redes, na enorme varanda que nossos amigos estão construindo em sua casa, e percebemos o barulhinho gostoso do igarapé cortando a floresta, e seguindo o seu curso. Que delícia! No final da noite e início da madrugada, a chuva despencou, e ficamos todos regozijados com isso. A madrugada ficou mais fria, e dormimos ao som da fina chuva que caía, molhando o chão ressequido pelo forte calor que fazia naquela segunda-feira, durante o dia.
O barulhinho do igarapé cortando a floresta e o barulhinho da chuva fina caindo sobre as telhas da casa; o frio gostoso na rede; o edredon como companheiro; os pensamentos nas nuvens; o corpo e a mente relaxados; o dia seguinte: o sol surgindo, o banho delicioso no igarapé, a farra das crianças, a conversa jogada fora...Um verdadeiro paraíso, lá, do outro lado da ponte do bilhão. Até quando?
AS FLORES DO JARDIM DA NOSSA CASA
Ontem saí por aí e lembrei muito de ti. Quando ainda estava na rua, senti um desejo enorme de escrever. A caminho de casa, lá pelas tantas da madrugada, dirigindo o meu carro, ouço Roberto Carlos cantando no rádio As flores do jardim da nossa casa. Não consigo me conter: as lágrimas caem em profusão silenciosa. Olho para o céu e, de repente, depois de muitos dias ausente, vejo a minha, a tua, a nossa estrela, tão solitária como sempre. Lembro-me da primeira vez em que, juntos, você, qual uma criança, apontava para o céu e dizia efusivamente: olha, é a minha estrela!! Eu então te disse: é a minha estrela, também. Ela está sempre sozinha, mas nunca perdeu o brilho. Queria dizer-te que continuo cultivando o nosso jardim; mas, assim que partiste, ele ficou muito triste, e todas as flores morreram de saudade de você. Os dias foram passando, passando, passando, a saudade aumentando, e o nosso jardim não dava sinais de vida. Até cheguei a tentar, mas percebi que eu não tinha mais qualquer interesse em cultivar outros jardins. Resolvi voltar a cuidar do nosso, enquanto converso todos os dias com as estrelas, sem me cansar de perguntar se elas sabem por onde você anda. Elas riem de mim. Ficam brilhando, brilhando, brilhando...e eu, envergonhada, emudeço. Todo jardim precisa ser cuidado. Toda flor precisa ser regada. O amor é como uma flor. Então, continuo cultivando nosso jardim.Outros jardins já não mais me interessam. E vou ficar aqui, cultivando, cultivando, cultivando, até o dia em que decidires voltar, para continuar cuidando do nosso jardim, regando a tua flor. E tudo que fomos nós irá sobreviver com a força do amor. E todas as Constelações farão festa no céu. Mas a nossa estrela continuará ali, solitária e brilhante.
http://youtu.be/8jm6mQeInpU
quarta-feira, 17 de julho de 2013
ESQUECE
(RÔ Campos)
Eu estou bem, e você, como está?
Fazia algum tempo que não te sabia,
Mas hoje a tua solidão ganhou o mundo
Invadiu o Facebook, postou fotos.
Vi teu rosto, o mesmo de antes
Mas o teu olhar vai bem distante...
Visitei a tua página, nada de novo
Parece que vives em um outro mundo
Cercado pelos gritos da solidão contundente
Sem fé na vida, perdido num vazio
Que transborda de arrependimento do passado
E te enche de desesperança no futuro.
Li que não faço parte de tuas lembranças.
São os outros que antes nem te procuravam,
Que hoje te matam de saudade.
Riscaste o meu nome do teu caderno,
Mas fui eu que virei a página do livro
Da minha vida onde há muito já não cabes.
Portanto, te peço, ao menos tenhas cuidado,
E te ponhas a deletar os meus poemas.
Tanto os que escrevi amorosamente para ti,
Quanto aqueles que dediquei a outras causas.
Esquece tudo o que te jurei. Esquece.
Porque, quando o amor se vai...esquece.
SOS DILMA!!!!
(RÔ Campos)
Acho que a Dilma perdeu a grande oportunidade da vida dela. Deveria ter mandado pras cucuias qualquer projeto de reeleição, rompendo com tudo isso que está aí e tomando as rédeas deste país, fazendo o que tem que ser feito. Este é o momento. Sairia bem maior do que entrou, e relegaria seu criador às sombras.
Vamos, Dilma, faça!! Corta as cabeças desse teu ministério. Reduz os teus gastos. Convoca essa tua base aliada para, daqui pra frente, ler a tua cartilha. E, se não quiserem, dá um chute no traseiro deles, e governa junto com o povo e para o povo. Desemparelha a máquina. Recupera nossas estradas, portos e aeroportos. Viabiliza o escoamento de nossa produção. Cuida de nossa abandonada infraestrutura. Turbina a economia. Cuida com amor e afinco de nossa educação, da saúde e da segurança pública. Cuida de nossas crianças, jovens e velhos. Dá aos índios o que é deles; isso não seria nenhum favor. Queremos chegar ao primeiro mundo. Somos a sétima potência mundial. Será tão difícil, assim? Com boa vontade e sem roubalheira, o nosso país dá certo. Somos muito ricos, Dilma. Possuímos muitos recursos naturais. E somos um povo trabalhador, Dilma. Devolve a teu povo a dignidade que lhe foi usurpada. Não serás mais uma sombra, Dilma. Uma grande estadista, é o que serás.
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