Não sei o quê me trará o amanhã
Quando o sol tocar os negros cabelos da noite
Despertando a manhã preguiçosa,
E puser as pernas no mundo.
Não sei o quê me trará o amanhã
Quando a madrugada se trancar
O Sol abraçar o dia
A rosa-menina no meu jardim se abrir
Cantar o beija-flor, o bem-te-vi.
Não sei o quê me trará o amanhã
Quando o dia se levantar
Sair, correr, sorrir, cantar
Beijar a face ensolarada da tarde.
Não sei o quê me trará o amanhã
Quando a chuva molhar o Sol
Saciando a sede do chão, do verde
A água correr pro rio
O rio desembocar no mar.
Não sei o quê me trará o amanhã
Mas hoje, ainda, o dia beijou a tarde e namorou a noite
Confesso que vivi!
Porque o dia é hoje
Amanhã um de nós pode partir.
(Rô Campos, em 23/09/2010)
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
MESTIÇA
Sou Amazônia.
Sou cheiro.Sou canto.
Sou flor. Sou encanto.
Sou sabor.
Sou Ponta Negra
Sou Teatro Amazonas
Sou tucumã, tucunaré
Sou farinha do uarini
Sou tacacá, pirarucu
Sou pimenta murupi.
Sou tapioca, pé-de-moleque
Pupunha, tambaqui
Sou luar em meio à mata
Por do sol. Um belo horizonte
Sou cabocla, de pele morena,
E também branquicela
Sou índia de negros cabelos.
Sou estrela candente
Nas noites de céu brilhante
Sou o meu senhor
Condor! Condor!
Sou natura, natureza
Ah, quanta beleza!
Sou aluá, quando o mês é junho
E também sou Boi-bumbá.
Sou Amazonas, do mundo
Debruço-me sobre o meu rio
Onde Solimões e Negro se abraçam
Espetáculo das Águas:
Não se misturam, nem se separam,
Depois, cada qual segue o seu curso.
Pororoca! Pororoca!
Como é doce amar!
Oh! Caymmi, Jorge Amado,
Como é doce morrer no mar.
Agora, sou banzo
Saudades!
Cadê minha fogueira?
Onde está meu arraial?
As brincadeiras, balões e bandeiras?
(Sumiram. Não os vejo no quintal)
Meu “Luz de Guerra”?
Meu “Corre-Campo”?
Meu “Teimosinho”?
As Pastorinhas, do Mestre Maranhão?
A “Tribo dos Andirás”?
O “Cacetinho”?
Rê-rê-rê? Carmen Doida?
(Encantaram-se! - poetiza Rosa)
Cadê nossas praças?
Ponte da Bolívia?
Cachoeira do Tarumã?
Cachoeira das Almas?
(Muita calma! Muita calma!)
Cadê Moranguinho, Boate dos Ingleses, Ideal,
Rio Negro, Fast Clube, São Raimundo,
Sulamérica, Libermorro, Nacional,
Marialvo, Pedro Hamilton, Sula, Beto e Téo,
Zezé, Pretinho e Pepeta?
(Passaram! Tudo passa!)
(Saudade – é o amor que fica!)
Cadê Guarany, Polytheama, Odeón, Éden,
Confeitaria Avenida, Almanara, Pinguim,
Chapéu de Palha, Acapulco, Palhoça, Cabana dos Barés?
As batidas de limão, coco, maracujá,
Nas “Brincadeiras” em casas de amigos?
(Tudo... tudo se perdeu!?)
Hevea braziliensi
Roubaram-te na maior sem-vergonheza
Homens do além-mar
Barões da Borracha
Roubaram dos seringueiros a delicadeza
Num tempo de mocidade
E tudo se perdeu...
Perdemos nossa identidade
Covardes! Covardes!
Foram-se. Escafederam-se.
Nenhum sinal de sarda
Nem olhos azuis
Ou sobrenome britânico
Nada ficou!
Nada ficou no lugar.
Aqui e acolá um prédio:
Reservatório do Mocó, Alfândega
O Palácio da Justiça
(Que “assegurava” seus “direitos”)
Escombros de um Cabaré chamado Chinelo
(Ah, quanta lascívia!)
O clube de tênis bosqueado, privado
A ponte de ferro, ou ponte da Cachoeirinha
(para as orgias do outro lado do rio)
Alguns palacetes onde se refestelavam
Metros de esgoto
E o Rodo (Roadway)
Porto de lenha! Porto de lenha!
Tu nunca chegarás a Liverpool,
Londres, Escócia.
Quo vadis? Quo vadis?
Aonde vais, homem?
Sou cheiro.Sou canto.
Sou flor. Sou encanto.
Sou sabor.
Sou Ponta Negra
Sou Teatro Amazonas
Sou tucumã, tucunaré
Sou farinha do uarini
Sou tacacá, pirarucu
Sou pimenta murupi.
Sou tapioca, pé-de-moleque
Pupunha, tambaqui
Sou luar em meio à mata
Por do sol. Um belo horizonte
Sou cabocla, de pele morena,
E também branquicela
Sou índia de negros cabelos.
Sou estrela candente
Nas noites de céu brilhante
Sou o meu senhor
Condor! Condor!
Sou natura, natureza
Ah, quanta beleza!
Sou aluá, quando o mês é junho
E também sou Boi-bumbá.
Sou Amazonas, do mundo
Debruço-me sobre o meu rio
Onde Solimões e Negro se abraçam
Espetáculo das Águas:
Não se misturam, nem se separam,
Depois, cada qual segue o seu curso.
Pororoca! Pororoca!
Como é doce amar!
Oh! Caymmi, Jorge Amado,
Como é doce morrer no mar.
Agora, sou banzo
Saudades!
Cadê minha fogueira?
Onde está meu arraial?
As brincadeiras, balões e bandeiras?
(Sumiram. Não os vejo no quintal)
Meu “Luz de Guerra”?
Meu “Corre-Campo”?
Meu “Teimosinho”?
As Pastorinhas, do Mestre Maranhão?
A “Tribo dos Andirás”?
O “Cacetinho”?
Rê-rê-rê? Carmen Doida?
(Encantaram-se! - poetiza Rosa)
Cadê nossas praças?
Ponte da Bolívia?
Cachoeira do Tarumã?
Cachoeira das Almas?
(Muita calma! Muita calma!)
Cadê Moranguinho, Boate dos Ingleses, Ideal,
Rio Negro, Fast Clube, São Raimundo,
Sulamérica, Libermorro, Nacional,
Marialvo, Pedro Hamilton, Sula, Beto e Téo,
Zezé, Pretinho e Pepeta?
(Passaram! Tudo passa!)
(Saudade – é o amor que fica!)
Cadê Guarany, Polytheama, Odeón, Éden,
Confeitaria Avenida, Almanara, Pinguim,
Chapéu de Palha, Acapulco, Palhoça, Cabana dos Barés?
As batidas de limão, coco, maracujá,
Nas “Brincadeiras” em casas de amigos?
(Tudo... tudo se perdeu!?)
Hevea braziliensi
Roubaram-te na maior sem-vergonheza
Homens do além-mar
Barões da Borracha
Roubaram dos seringueiros a delicadeza
Num tempo de mocidade
E tudo se perdeu...
Perdemos nossa identidade
Covardes! Covardes!
Foram-se. Escafederam-se.
Nenhum sinal de sarda
Nem olhos azuis
Ou sobrenome britânico
Nada ficou!
Nada ficou no lugar.
Aqui e acolá um prédio:
Reservatório do Mocó, Alfândega
O Palácio da Justiça
(Que “assegurava” seus “direitos”)
Escombros de um Cabaré chamado Chinelo
(Ah, quanta lascívia!)
O clube de tênis bosqueado, privado
A ponte de ferro, ou ponte da Cachoeirinha
(para as orgias do outro lado do rio)
Alguns palacetes onde se refestelavam
Metros de esgoto
E o Rodo (Roadway)
Porto de lenha! Porto de lenha!
Tu nunca chegarás a Liverpool,
Londres, Escócia.
Quo vadis? Quo vadis?
Aonde vais, homem?
SUANAM
Ó! minha mana, Manaus,
Fundaram-te – e nascido já havias,
Suanam,
Antes que aqui chegasse alguma nau.
Já existia povo, povo existia
Em teu entorno, à margem dos rios:
Baré, Manaó, Baniba, Passé,
Adorada terra, mãe dos nossos ancestrais.
Ouvi dizer, também, Suanam,
Que aqui esteve o povo hebreu,
A mando de Salomão, filho de Davi, o rei.
Ouro! Ouro, maninha! – levaram daqui,
Para adornar o Templo,
Aquele, do Muro das Lamentações.
Tempo depois veio o europeu,
E arrancou teus filhos para a escravidão,
Teus filhos guerreiros, deste chão, Deitando o véu da noite em teu céu.
De Ajuricaba, valente índio Manaó,
Nada mais se ouviu dizer,
Desde o dia fatídico em que partiu, escravizado.
O pouco que se sabe , não se contou verdade.
Triste fado!
Foi o teu âmago, Ana, ferido
Por abutres, desterrados, facínoras, condenados,
Vindos das terras de Portugal e dalém mar.
Ao genocídio covarde, infame,
Seguiu-se à exploração de tuas riquezas.
Tudo te saquearam, maninha,
E também as chamadas drogas do sertão.
Só não te roubaram a tua honra.
Os anos se foram entre as agruras dos dias e das noites,
Em meio aos gemidos do vento que soprava,
Como que trazendo em ecos o canto dorido
De teus filhos amados, arrebatados de teu colo.
E tu, Suanam, devastada,
Renasces das cinzas, tal Fênix.
É o apogeu da borracha.
(Panair, Booth Line, Roadway, Teatro Amazonas
De Manaus para o mundo).
Período fausto, no entanto, apenas para o estrangeiro arrivista.
A ti e a teus poucos filhos, mais os migrantes nordestinos,
A labuta diária.
Essa era a tua sina.
Mas, qual nada, maninha,
A febre durou algumas décadas, apenas.
Esteve por aqui um inglês, cujo nome nem me lembro.
Astuto, ladrão, à sorrelfa,
Roubou-te tantas mudas na calada da noite, ou do dia.
Ninguém sabe. Ninguém viu.
(É sempre assim nestas terras Brasilis).
Roubou-te tua semente – o ouro branco,
Hevea braziliensi.
Anos de escuridão se seguiram aos desatinos.
Teu céu foi de novo coberto pelo véu da noite.
Mas novo ciclo de riqueza se vislumbra.
Aqui, aportam os nordestinos Fugindo de suas terras queridas,
Da aflição da grande seca.
Nada é como antes, de novo.
Fim da Segunda Guerra.
Paz no mundo.
Fim do teu (quase) segundo apogeu.
Maninha, tu, morena, linda, cobiçada,
Agora andas tão pálida, desolada.
Os palacetes desabitados,
As ruas cheias de fantasmas a desfilar.
Foram-se os que nada mais tinham para te sugar.
Fim do terceiro ato.
Cerram-se as cortinas do teatro.
Mas, dizia a lenda:
Estas terras ainda darão o que falar, um dia.
Idos de 1967. Militares no poder. Ditadura!
Castelo Branco, o marechal presidente,
Cria uma zona de livre comércio.
Quer povoar a Amazônia.
E povoa.
Manaus tornou-se uma zona.
Maninha, estás enferma, agora.
Todos esses anos te consumiram – inclusive a memória.
Por isso te faço este relato, nesta hora, Que me pediste em um instante de lucidez.
Não sei se rio, ou se choro.
Tantas vezes pensei em partir ,
E, quando estive peregrinando,
Logo quis voltar para teus braços.
São nossos fortes laços, maninha.
Sangue dos Manaó. Povo aguerrido.
Também sei, vou terminar meus dias aqui,
Junto de ti, Suanam.
Manaus, de trás pra frente,
Com as costas viradas para o nosso rio, o Negro,
Ou, quem sabe, um dia, um de teus filhos resolve
Tornar o teu rosto para as tuas águas, maninha,
Para que possas, enfim, sentir o Sol a te beijar,
E descanses em paz, o descanso das mães,
Mãe dos Deuses!
ALÔ, AMIGOS, VOLTEI!!!!
Estou há exatamente 1 mês e 1 dia sem nada postar no Blog. Viajei, adoeci, fiquei sem net por mais de 15 dias. Nesse período, muitas coisas aconteceram comigo, no Brasil e no mundo. Participei de um concurso de poesias promovido pela Academia Amazonense de Letras, intitulado MANAUS POESIA, onde três poemas foram escolhidos como os melhores e serão premiados com R$ 3.000,00, cada, no próximo dia 28, na sede da AAL. Participei com dois poemas, mas não fui vencedora (pela Academia, é claro, pois eu mesma me senti vitoriosíssima por ter participado, pela primeira vez, de um concurso como esse). Vou postar no Blog, agora mesmo, num outro artigo, os dois poemas com os quais participei. Quem for da minha geração vai entender algumas coisas escritas no poema MESTIÇA.
Ah, não esqueçam que hoje tem ET BAR, fervilhando nas noites de sexta-feira, com muita gente bonita e a fim de ser feliz. Kokó Rodrigues acertou o rumo de lá e tem sempre dado uma palinha. Sexta-feira passada foi uma das melhores noites, dentre as melhores das melhores. Confiram.
Ah, não esqueçam que hoje tem ET BAR, fervilhando nas noites de sexta-feira, com muita gente bonita e a fim de ser feliz. Kokó Rodrigues acertou o rumo de lá e tem sempre dado uma palinha. Sexta-feira passada foi uma das melhores noites, dentre as melhores das melhores. Confiram.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
FRAGMENTOS/CITAÇÕES/FRASES
1. Eu não tinha esse rosto de hoje,
assim, calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
(Cecília Meireles)
2. Posso não concordar com nada do que dizes, mas darei a minha vida pelo teu direito de dizê-lo.
(Voltaire)
3. O valor de uma obra jamais poderá advir da sua perfeita obediência a quaisquer regras.
(Vítor Manuel de Aguiar e Silva)
4. Ah, se eu pudesse agora...
Como não posso, vou sonhando
Um dia poder
Viver, o que agora sonho e não posso.
(Rô Campos)
assim, calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
(Cecília Meireles)
2. Posso não concordar com nada do que dizes, mas darei a minha vida pelo teu direito de dizê-lo.
(Voltaire)
3. O valor de uma obra jamais poderá advir da sua perfeita obediência a quaisquer regras.
(Vítor Manuel de Aguiar e Silva)
4. Ah, se eu pudesse agora...
Como não posso, vou sonhando
Um dia poder
Viver, o que agora sonho e não posso.
(Rô Campos)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
SOBREVÁRIASCOISAS
1. FRASE DO DIA: Hoje, não me decepciono mais com ninguém, porque não espero nada das pessoas. A vida e o tempo foram meus mestres. Não vou dizer que tudo sei, pois a vida é uma escola permanente, mas algo me faz acompanhar Nietzsche: a estupidez humana é infinita.
2. DILMA ainda nem assumiu e o engraçadinho do Sarney e alguns do PSB, que saíram governadores nas urnas, já começam a colocar as manguinhas de fora insinuando o desenterro da famigerada CPMF. Dilma já está se saindo como uma santinha, dando a entender que não tem nada a ver com isso. Tá bom!
3. Sexta-feira não pude ir ao show do Tavynho Bonfá e Victor Biglione, no Açaí & Cia, por motivos de saúde em família, exatamente no horário do show. Mas soube que foi um arraso.
4. Mas deu tempo pra passar no ET BAR, no Boulevard Amazonas. Lotadíssimo, como há muito tempo não víamos. O Bar, que funciona até às 4:30 da madrugada, já tinha todo o estoque de bebida esgotado às 03:30h.
A galera parece até haver combinado um encontro. Passaram por lá Kokó Rodrigues e a mulher, Alessandra, Nicolas Júnior, Robertinho Chaves, Papaco, Aguinaldo do Samba, Mestre Arnoldo, e o insubstituível Osmar, dentre outros.
5. E, no próximo final de semana, dias 13 e 14 (sábado e domingo) a primeira versão da nossa VIRADA CULTURAL, promovida pela Fundação Municipal de Cultural, a MANAUSCULT, é a grande pedida.
Uma boa semana para todos nós. E vamos começar a nos movimentar contra essa questão da CPMF. O governo que trate de gerir bem, e muito bem mesmo, o dinheiro público que tem disponível para a saúde. Chega de imposto. Chega de encher o cofre do Estado Brasileiro para corrupto meter a mão.
2. DILMA ainda nem assumiu e o engraçadinho do Sarney e alguns do PSB, que saíram governadores nas urnas, já começam a colocar as manguinhas de fora insinuando o desenterro da famigerada CPMF. Dilma já está se saindo como uma santinha, dando a entender que não tem nada a ver com isso. Tá bom!
3. Sexta-feira não pude ir ao show do Tavynho Bonfá e Victor Biglione, no Açaí & Cia, por motivos de saúde em família, exatamente no horário do show. Mas soube que foi um arraso.
4. Mas deu tempo pra passar no ET BAR, no Boulevard Amazonas. Lotadíssimo, como há muito tempo não víamos. O Bar, que funciona até às 4:30 da madrugada, já tinha todo o estoque de bebida esgotado às 03:30h.
A galera parece até haver combinado um encontro. Passaram por lá Kokó Rodrigues e a mulher, Alessandra, Nicolas Júnior, Robertinho Chaves, Papaco, Aguinaldo do Samba, Mestre Arnoldo, e o insubstituível Osmar, dentre outros.
5. E, no próximo final de semana, dias 13 e 14 (sábado e domingo) a primeira versão da nossa VIRADA CULTURAL, promovida pela Fundação Municipal de Cultural, a MANAUSCULT, é a grande pedida.
Uma boa semana para todos nós. E vamos começar a nos movimentar contra essa questão da CPMF. O governo que trate de gerir bem, e muito bem mesmo, o dinheiro público que tem disponível para a saúde. Chega de imposto. Chega de encher o cofre do Estado Brasileiro para corrupto meter a mão.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
SOBREVÁRIASCOISAS
l. Hoje, sexta-feira, 05 de novembro de 2010, tem o sensacional show "CORES & SONS", com exposição do artista plástico amazonense Arnaldo Garcêz, seguida de show com os artistas nacionais TAVINHO BONFÁ, VÍTOR BIGLIONE e participações dos amazonenses ZECA TORRES (O TORRINHO) e CÉLIO CRUZ. Início às 20:30 horas, no AÇAÍ & CIA, Rua Acre, 98 - Vieiralves. Couver artístico individual de R$ 20,00 (vinte reais), por pessoa. Eu vou estar lá, com certeza.
2. E vem aí, dias 13 e 14 de novembro, a primeira VIRADA CULTURAL DE MANAUS, uma promoção da MANAUSCULT, com vários pontos 'distribuídos pela cidade (PARQUE DOS BILHARES, PRAÇA DA SAUDADE, JORGE TEIXEIRA, ELDORADO E AVENIDA DO FUTURO), participação de artistas nacionais, como TONI GARRIDO, WILSINHO SIMONAL, FERNANDA PORTO, dentre outros, e mais de 100 artistas amazonenses, como ZECA TORRES (TORRINHO), MÁRCIA NOVO, NELY MIRANDA, BANDA ESSENCE, JJ MESCLADO. Se liguem na Virada. Brevemente a MANAUSCULT estará divulgando a programação e eu, aqui no nosso blog, a repassarei para vocês.
3. Ontem à noite dei um pequeno giro pela cidade. Findei a noite no Moinho Drinks, na Rua Major Gabriel, quase esquina com a Av. Airão, ao lado da Pizzaria Lopiano. Ambiente maravilhoso, climatizado na medida perfeita, e uma cervejinha absolutamente no ponto. Carlito, ao violão, acompanhando a queridíssima Olinda. Participação de Cida, em voz e violão. Lugarzinho muito gostoso. Confiram.
4. Não esqueçam que hoje também tem ET BAR (o Bar da Loura), no Boulevard Amazonas, a partir das 23:00 horas, até às 04:30 da madrugada. TOC TOC Delícias & Chopp, na Av. do Turismo, abrindo às 19:00 horas, com música ao vivo a partir das 22:00."Show de Zezinho Correia no Bar e Restaurante O Fino da Bossa, que abre a partir das 20:00h. Inf: (92) 9226-4410. Aproveitem para conferir o novo O Fino da Bossa. Estivemos lá no sábado passado, comemorando o aniversário do Fino. Estiveram presentes músicos da cidade, de A a Z, num show maravilhoso. Tem também o Corsário Music, na Av. do Turismo, próximo à Budega da Loura, com muita MPB e pop. Bar aberto a partir das 19:00 horas. Cerveja geladíssima e tira-gosto de dar água na boca (o de charque não tem igual).
2. E vem aí, dias 13 e 14 de novembro, a primeira VIRADA CULTURAL DE MANAUS, uma promoção da MANAUSCULT, com vários pontos 'distribuídos pela cidade (PARQUE DOS BILHARES, PRAÇA DA SAUDADE, JORGE TEIXEIRA, ELDORADO E AVENIDA DO FUTURO), participação de artistas nacionais, como TONI GARRIDO, WILSINHO SIMONAL, FERNANDA PORTO, dentre outros, e mais de 100 artistas amazonenses, como ZECA TORRES (TORRINHO), MÁRCIA NOVO, NELY MIRANDA, BANDA ESSENCE, JJ MESCLADO. Se liguem na Virada. Brevemente a MANAUSCULT estará divulgando a programação e eu, aqui no nosso blog, a repassarei para vocês.
3. Ontem à noite dei um pequeno giro pela cidade. Findei a noite no Moinho Drinks, na Rua Major Gabriel, quase esquina com a Av. Airão, ao lado da Pizzaria Lopiano. Ambiente maravilhoso, climatizado na medida perfeita, e uma cervejinha absolutamente no ponto. Carlito, ao violão, acompanhando a queridíssima Olinda. Participação de Cida, em voz e violão. Lugarzinho muito gostoso. Confiram.
4. Não esqueçam que hoje também tem ET BAR (o Bar da Loura), no Boulevard Amazonas, a partir das 23:00 horas, até às 04:30 da madrugada. TOC TOC Delícias & Chopp, na Av. do Turismo, abrindo às 19:00 horas, com música ao vivo a partir das 22:00."Show de Zezinho Correia no Bar e Restaurante O Fino da Bossa, que abre a partir das 20:00h. Inf: (92) 9226-4410. Aproveitem para conferir o novo O Fino da Bossa. Estivemos lá no sábado passado, comemorando o aniversário do Fino. Estiveram presentes músicos da cidade, de A a Z, num show maravilhoso. Tem também o Corsário Music, na Av. do Turismo, próximo à Budega da Loura, com muita MPB e pop. Bar aberto a partir das 19:00 horas. Cerveja geladíssima e tira-gosto de dar água na boca (o de charque não tem igual).
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