sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O FATOR "X" (RÔ Campos)
FATOR "X"
Emanuel, O Enviado
Acima de ti, apenas o céu
Abaixo, tudo é nada
Estamos todos juntos
Seja curta ou longa... essa estrada
Não importa o tamanho da viagem
Viver...isso é o que importa.
Tua dor, pungente
Só o teu corpo te afetou
Não é a dor da alma.
Recebeste de presente
Uma joia rara
De uma mãe que não te concebeu
Uma mãe, sublime ser
Que o verdadeiro amor te deu.
Emanuel, O Enviado
Acima de ti, apenas o céu
Abaixo, tudo é nada
Estamos todos juntos
Seja curta ou longa... essa estrada
Não importa o tamanho da viagem
Viver...isso é o que importa.
Tua dor, pungente
Só o teu corpo te afetou
Não é a dor da alma.
Recebeste de presente
Uma joia rara
De uma mãe que não te concebeu
Uma mãe, sublime ser
Que o verdadeiro amor te deu.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
RESPEITO É BOM - E EU GOSTO!
Quando comecei a postar meus poemas no finado orkut, meu querido amigo e irmão, Antonio Pereira, o maior cantador da Amazônia, já me dizia: RÔ, aconselho-te a não ficar espalhando teus escritos pelo orkut, sabe como é, esse negócio de direitos autorais é coisa séria. Por outro lado, meus filhos sempre me criticaram por esse meu jeito, digamos, ingênuo de ser, por sair bradando aos quatro cantos as minhas ideias, meus projetos, meus escritos. Nunca me intimidei com isso. Não porque acredite na honestidade das pessoas - longe de mim. Mas sempre tive cá comigo que, quem quer que atravessasse o meu caminho, eu saberia como dizer ao mundo que dita pessoa estaria se apropriando de algo que não era seu, nem mesmo a ideia.
Em torno do dia 15 de julho passado encontrei uma "amiga", quando fui comprar os ingressos para o show de aniversário do programa Mesa de Bar. Na ocasião, conversamos sobre música e eventos, quando lhe falei a respeito de um projeto que idealizei: 2 BANQUINHOS,2 VIOLÕES". Disse-lhe que, quando pusesse o projeto em prática, o realizaria com o mineiro LÔ Borges (com quem, inclusive, já havia até entrado em contato) e o meu querido amigo Zeca Torres. Disse-lhe, também, que ainda não havia concretizado o meu intento por várias razões, que as citei, naquele momento. Ela ficou deveras interessada e me falou, então, que, passado o evento que estava realizando, entraria em contato comigo para conversarmos e, quem sabe, levarmos a efeito o projeto, uma vez que já tinham um artista nacional na agulha (para quem, segundo ela, já haviam remetido 50% do cachê cobrado). E assim se deu. Recebi telefonema dessa " amiga", me convidando para ir até a empresa do marido, para conversarmos...e o papo foi longo. Fizeram-me proposta para promovermos o evento na base de 50% (cinquenta por cento) para cada um, inclusive com relação às despesas. Declinei do convite, expondo meus motivos, mas coloquei-me à disposição para trabalhar em conjunto (sem qualquer ônus para ela), nesse primeiro evento e, após a realização do mesmo, sentaríamos para fazer uma análise e estudarmos a possibilidade de estarmos juntos dali em diante. Coloquei minha empresa PACTOLO PRODUÇÕES à disposição, prontifiquei-me a buscar algumas parcerias, a vestir a camisa, e ficamos " acertados". Debatemos até sobre o nome do artista local a participar do evento, citando, além de Cileno, outros nomes que se encaixariam no projeto. Chequei à empresa às 18h e saí de lá mais de 22:00h, com a afirmação de que, brevemente, entrariam em contato comigo para pormos a mão na massa. Pediram-me que eu enviasse, por email, o portfólio da PACTOLO, o que o fiz alguns dias depois. Os dias se passaram e, como não recebesse qualquer notícia, entrei em contato com essa minha "amiga", que me pediu para aguardar. Os dias continuaram a passar...e nada. Eis que, surpreendentemente, agora, deparo-me com a propaganda do evento no jornal A CRÍTICA, o qual será realizado dia 30, no Teatro Direcional: 2 BANQUINHOS & 2 VIOLÕES, com TUNAI e CILENO, uma produção da TRAMPO, justo a empresa do marido de minha "amiga". É a TRAMPO trampolinando escancaradamente.
Quero dizer, por fim, que, é claro, não registrei a marca, mas isso não pode servir como desculpa para uma pessoa que se tem como séria (jornalista e radialista) usá-la em seu favor, como se sua fosse a ideia, sem dar a menor satisfação à idealizadora, ainda mais pelo fato das coisas se terem passado como descrevi acima. Há que se ter o mínimo de ética. Aliás, não existe mínimo nem máximo em Ética. Na vida, ou se é ético, ou não se é. Ponto. Que me dispensassem de fazer parte da equipe a trabalhar na produção do evento, tudo bem. Mas que tivessem a decência de, pelo menos, me perguntar se eu me importaria que usassem o título do meu projeto. E eu anuiria, com o maior prazer. Respeito é bom - e eu gosto.
Em torno do dia 15 de julho passado encontrei uma "amiga", quando fui comprar os ingressos para o show de aniversário do programa Mesa de Bar. Na ocasião, conversamos sobre música e eventos, quando lhe falei a respeito de um projeto que idealizei: 2 BANQUINHOS,2 VIOLÕES". Disse-lhe que, quando pusesse o projeto em prática, o realizaria com o mineiro LÔ Borges (com quem, inclusive, já havia até entrado em contato) e o meu querido amigo Zeca Torres. Disse-lhe, também, que ainda não havia concretizado o meu intento por várias razões, que as citei, naquele momento. Ela ficou deveras interessada e me falou, então, que, passado o evento que estava realizando, entraria em contato comigo para conversarmos e, quem sabe, levarmos a efeito o projeto, uma vez que já tinham um artista nacional na agulha (para quem, segundo ela, já haviam remetido 50% do cachê cobrado). E assim se deu. Recebi telefonema dessa " amiga", me convidando para ir até a empresa do marido, para conversarmos...e o papo foi longo. Fizeram-me proposta para promovermos o evento na base de 50% (cinquenta por cento) para cada um, inclusive com relação às despesas. Declinei do convite, expondo meus motivos, mas coloquei-me à disposição para trabalhar em conjunto (sem qualquer ônus para ela), nesse primeiro evento e, após a realização do mesmo, sentaríamos para fazer uma análise e estudarmos a possibilidade de estarmos juntos dali em diante. Coloquei minha empresa PACTOLO PRODUÇÕES à disposição, prontifiquei-me a buscar algumas parcerias, a vestir a camisa, e ficamos " acertados". Debatemos até sobre o nome do artista local a participar do evento, citando, além de Cileno, outros nomes que se encaixariam no projeto. Chequei à empresa às 18h e saí de lá mais de 22:00h, com a afirmação de que, brevemente, entrariam em contato comigo para pormos a mão na massa. Pediram-me que eu enviasse, por email, o portfólio da PACTOLO, o que o fiz alguns dias depois. Os dias se passaram e, como não recebesse qualquer notícia, entrei em contato com essa minha "amiga", que me pediu para aguardar. Os dias continuaram a passar...e nada. Eis que, surpreendentemente, agora, deparo-me com a propaganda do evento no jornal A CRÍTICA, o qual será realizado dia 30, no Teatro Direcional: 2 BANQUINHOS & 2 VIOLÕES, com TUNAI e CILENO, uma produção da TRAMPO, justo a empresa do marido de minha "amiga". É a TRAMPO trampolinando escancaradamente.
Quero dizer, por fim, que, é claro, não registrei a marca, mas isso não pode servir como desculpa para uma pessoa que se tem como séria (jornalista e radialista) usá-la em seu favor, como se sua fosse a ideia, sem dar a menor satisfação à idealizadora, ainda mais pelo fato das coisas se terem passado como descrevi acima. Há que se ter o mínimo de ética. Aliás, não existe mínimo nem máximo em Ética. Na vida, ou se é ético, ou não se é. Ponto. Que me dispensassem de fazer parte da equipe a trabalhar na produção do evento, tudo bem. Mas que tivessem a decência de, pelo menos, me perguntar se eu me importaria que usassem o título do meu projeto. E eu anuiria, com o maior prazer. Respeito é bom - e eu gosto.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
ME PERDOA
(RÔ Campos)
Me perdoa se eu te deixei sozinho na estrada.
Me perdoa se meu amor por ti não foi tanto.
Me perdoa porque te condenei quando condenado já estavas.
Me perdoa porque não te perdoei antes.
Me perdoa porque andas tão perdido.
Me perdoa porque vivo tão distante.
Me perdoa por me amar tanto a mim e não mais te querer.
Me perdoa se te fiz me perder.
Me perdoa porque bati a porta pra ti.
Me perdoa porque saí pra viver.
Me perdoa por seres triste.
Me perdoa por eu ser feliz, ainda assim.
Me perdoa se me tinhas amor...e eu viva à procura de um amor,
porque o teu pras drogas perdi
Me perdoa se eu te deixei sozinho na estrada.
Me perdoa se meu amor por ti não foi tanto.
Me perdoa porque te condenei quando condenado já estavas.
Me perdoa porque não te perdoei antes.
Me perdoa porque andas tão perdido.
Me perdoa porque vivo tão distante.
Me perdoa por me amar tanto a mim e não mais te querer.
Me perdoa se te fiz me perder.
Me perdoa porque bati a porta pra ti.
Me perdoa porque saí pra viver.
Me perdoa por seres triste.
Me perdoa por eu ser feliz, ainda assim.
Me perdoa se me tinhas amor...e eu viva à procura de um amor,
porque o teu pras drogas perdi
sábado, 10 de setembro de 2011
SOBRE A POSTAGEM DE MEU AMIGO AFONSO RODRIGUES, NO FB, SOBRE MÚSICO, MÚSICA E OMB
(Condensei nesta nota as várias postagens que fiz em meu mural sobre essa questão, já que ficaram dispersas e não localizei mais a postagem do meu querido amigo Afonso Rodrigues, com a qual eu não compartilho, como é público e notório, inclusive através dos vários textos que já escrevi e postei aqui no Face e no meu blog www.rocampossobretodasascoisas.blogspot.com).
Negócio mais esquisito aconteceu comigo há pouco aqui no Face. Afonso Rodrigues fez uma postagem a respeito de músico , música e OMB. Houve vários comentários de amigos músicos, e outros de um que insiste em dizer que o é. Aff! Comecei dizendo: Mandou bem, Lucilene Castro, pois o músico bom sempre terá o seu espaço, e o mau jamais será ameaça". Terminei o texto mas não consegui postá-lo. Não achei mais a postagem do Afonso em seu mural. Sumiu. Queria muito escrever de novo. Alguém me ajuda????
Trocando em miúdos, é o seguinte: Vivemos em um país livre. O dono do empreendimento contrata quem ele quiser. Se o músico for ruim, azar do dono, problema dele. Ninguém pode dar pitaco na minha empresa. Nem o Estado. Doutro modo, eu escolho para onde ir. Se é um lugar que rola algo que eu não gosto, ou o músico não é de meu agrado, eu não vou e pronto. Há alguns nomes citados na postagem de músicos, cantores e compositores que reputo dentre os melhores do país, mas há quem não goste.
É como ocorre em outras profissões. Ninguém inicia uma carreira bambambam. O tempo vai nos lapidando. Ou não (como diria Caetano). O músico também não é diferente. Quando contratamos advogados, engenheiros, médicos, mecânicos, cabeleireiros, costureiras etc. e não gostamos, trocamos e pronto. A mesma coisa: se for a algum lugar que eu por acaso não saiba quem está tocando e me deparar com um profissional a meu ver chinfrim, me retiro e bye bye Brasil.
Portanto, penso que cada qual deve fazer o seu trabalho, sem se importar com o outro, e sem ficar invocando aí uma reserva de mercado. Se o outro é a seu ver sofrível, dane-se o mundo. Você não o é. Isso é que importa.
E, pra encerrar esse meu bla-bla-blá, como uma luva na mão: Agora, eu quero ver é músico se manifestar contra os músicos (ou submúsicos, na linguagem utilizada), que toque na periferia, nos cafundós do judas. Du-vi-de-o-dó! Reserva de mercado em reduto da classe média é maneiro demais.
Negócio mais esquisito aconteceu comigo há pouco aqui no Face. Afonso Rodrigues fez uma postagem a respeito de músico , música e OMB. Houve vários comentários de amigos músicos, e outros de um que insiste em dizer que o é. Aff! Comecei dizendo: Mandou bem, Lucilene Castro, pois o músico bom sempre terá o seu espaço, e o mau jamais será ameaça". Terminei o texto mas não consegui postá-lo. Não achei mais a postagem do Afonso em seu mural. Sumiu. Queria muito escrever de novo. Alguém me ajuda????
Trocando em miúdos, é o seguinte: Vivemos em um país livre. O dono do empreendimento contrata quem ele quiser. Se o músico for ruim, azar do dono, problema dele. Ninguém pode dar pitaco na minha empresa. Nem o Estado. Doutro modo, eu escolho para onde ir. Se é um lugar que rola algo que eu não gosto, ou o músico não é de meu agrado, eu não vou e pronto. Há alguns nomes citados na postagem de músicos, cantores e compositores que reputo dentre os melhores do país, mas há quem não goste.
É como ocorre em outras profissões. Ninguém inicia uma carreira bambambam. O tempo vai nos lapidando. Ou não (como diria Caetano). O músico também não é diferente. Quando contratamos advogados, engenheiros, médicos, mecânicos, cabeleireiros, costureiras etc. e não gostamos, trocamos e pronto. A mesma coisa: se for a algum lugar que eu por acaso não saiba quem está tocando e me deparar com um profissional a meu ver chinfrim, me retiro e bye bye Brasil.
Portanto, penso que cada qual deve fazer o seu trabalho, sem se importar com o outro, e sem ficar invocando aí uma reserva de mercado. Se o outro é a seu ver sofrível, dane-se o mundo. Você não o é. Isso é que importa.
E, pra encerrar esse meu bla-bla-blá, como uma luva na mão: Agora, eu quero ver é músico se manifestar contra os músicos (ou submúsicos, na linguagem utilizada), que toque na periferia, nos cafundós do judas. Du-vi-de-o-dó! Reserva de mercado em reduto da classe média é maneiro demais.
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