Aproveitando sua estada em Manaus em razão de sua classificação no Festival da Canção de Itacoatiara – FECANI deste ano, pela música “Entretempo”, parceria com poeta Jorge Andrade, o músico paraense Floriano apresentará, no CORSÁRIO MUSIC BAR, nessa quinta-feira, dia 01 de setembro, às 21 horas, o show “FLORIANO E A CANÇÃO BRASILEIRA”, trabalho cujo escopo intenta o resgate da música popular brasileira, seja executando canções já conhecidas, seja tirando do anonimato outras até então esquecidas pelos programadores das emissoras de rádio, fato este que o preocupa por distanciar as gerações mais novas do rico e extenso acervo que constitui a música popular brasileira.
Floriano dedica-se, refinada e sensivelmente, enquanto compositor, cantor e arranjador, integrante da produção musical paraense ao longo de mais de 23 anos – bem como nacional, em shows realizados e inúmeros festivais de que participou e foi premiado – à uma cuidadosa pesquisa realizada para elaborar seu trabalho, cujo alcance perpassa por canções desconhecidas, muitas vezes até para o público especializado, além, por certo, de obras paraenses, dentre as quais se encontram algumas de sua própria autoria, dotadas de notória beleza melódica e versatilidade, com os mais diversos parceiros, as quais, especificamente, este show apresentará em maior número.
Pelo reconhecimento e qualidade que seu trabalho apresenta, Floriano tem composições gravadas por intérpretes como, por exemplo: Zé Luiz Mazziotti e Karina Ninni (SP), Luisa Nogueira (ES), Olivar Barreto, Lívia Rodrigues, Carla Maués, Leila Chavantes, Maca Manheschy, Arthur Nogueira, Lúcio Mouzinho e Andréa Pinheiro (PA), Patrícia Bastos e Elaine Araújo (AP) em cd’s individuais ou coletâneas.
No mais, segue abaixo a letra de "Canção brasileira", música de Sueli Costa e Abel Silva, que intitula o show a ser apresentado por Floriano, a exemplo da riqueza das composições escolhidas por ele para serem trabalhadas.
Canção brasileira
(Sueli Costa e Abel Silva)
A canção brasileira chegou
Com o fim do verão
O sol está presente
Como continua
O impossível amor
Pela primeira vez meu amor
Eu me sinto feliz
Sabendo que sou
Sabendo que dou
O amor mais bonito
Quantas vezes vagueio no quarto
Ou nos bares tão só
Mas eu nunca fui triste
Os corredores da vida
Eu já sei de cor
Já não sinto o temor de sentir
Já não sei mais chorar
É que o choro não vem
Quando eu quero sorrir
Quando eu quero sorrir
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
AONDE VAIS, HOMEM?
(Texto que escrevi e postei no Faebook na madrugada de domingo)
Há alguns dias, quando comecei a ver algumas postagens aqui no Face, a respeito de uma tal (ou um tal, sei lá) UFC, fiquei me perguntando o que seria isso. Cheguei até a imaginar que pudesse tratar-se de uma banda de rock ou coisa similar. Em seguida, conversando com meu filho Éric, ele explicou-me que trata-se de esporte de luta. Sabendo que eu estava impressionada com a atenção e importância que várias pessoas estavam dando ao caso, ele simplesmente perguntou-me se eu tinha ideia do valor envolvido no negócio. Segundo ele, é muito dinheiro.
Pois bem. Saí por volta das 22:00 horas de ontem e retornei agora, na madrugada. Liguei meu laptop, dei uma passeada pelo meu mural, escrevi, emocionada, o texto sobre a covardia que resultou no roubo da vida do cientista social, professor, escritor e poeta Moysés Mota. Nesse passeio pelo meu mural, constatei a ocorrência de incontáveis postagens sobre a tal da luta. Ainda não tinha visto nada igual no FACEBOOK, nem mesmo com relação aos fanáticos torcedores de times de futebol.
Fiquei me perguntando sobre o que levaria uma pessoa a prender-se com unhas e dentes à frente de um aparelho de TV, assistindo a uma luta entre dois homens, ao mesmo tempo em que narra em seu computador como a coisa está se passando, com uma eloquência que até parece estar chegando a um orgasmo.
Talvez, quem sabe - pensei -, cada um escolhe o seu lutador, aquele por quem vai torcer, e entra dentro dele, como se fosse o próprio. Não vejo outra alternativa.
E tanta coisa melhor pra se fazer nesta vida...Mas, como eu já disse outro dia a respeito do Big Brother Brasil: Só entra em minha casa o que eu permito. Lixo, não entra. Lixo, sai.
Bom, é claro, isso é apenas o que eu penso. Cada um pensa e faz o que bem entende de sua vida. Mas que é um derperdício de energia, ah, isso é.
Melhor do que assistir a homens se debatendo em uma luta, é amar, é brincar de cavalinho com o filho, é embalar o filho no balanço do parque, correr na praça, brincar de bola, brincar de brincar de luta com o filho, mas uma luta de virar-se no chão, com abraços apertados, criar laços, desatar nós. Brincar de soldadinho com o filho, mas não para ensinar-lhe a ir a guerra, a matar, e, sim,para orientar-lhe sobre o valor da vida, a defender essa vida, cuidando do nosso planeta, de onde retiramos nosso sustento. Com a filha, também.
Há alguns dias, quando comecei a ver algumas postagens aqui no Face, a respeito de uma tal (ou um tal, sei lá) UFC, fiquei me perguntando o que seria isso. Cheguei até a imaginar que pudesse tratar-se de uma banda de rock ou coisa similar. Em seguida, conversando com meu filho Éric, ele explicou-me que trata-se de esporte de luta. Sabendo que eu estava impressionada com a atenção e importância que várias pessoas estavam dando ao caso, ele simplesmente perguntou-me se eu tinha ideia do valor envolvido no negócio. Segundo ele, é muito dinheiro.
Pois bem. Saí por volta das 22:00 horas de ontem e retornei agora, na madrugada. Liguei meu laptop, dei uma passeada pelo meu mural, escrevi, emocionada, o texto sobre a covardia que resultou no roubo da vida do cientista social, professor, escritor e poeta Moysés Mota. Nesse passeio pelo meu mural, constatei a ocorrência de incontáveis postagens sobre a tal da luta. Ainda não tinha visto nada igual no FACEBOOK, nem mesmo com relação aos fanáticos torcedores de times de futebol.
Fiquei me perguntando sobre o que levaria uma pessoa a prender-se com unhas e dentes à frente de um aparelho de TV, assistindo a uma luta entre dois homens, ao mesmo tempo em que narra em seu computador como a coisa está se passando, com uma eloquência que até parece estar chegando a um orgasmo.
Talvez, quem sabe - pensei -, cada um escolhe o seu lutador, aquele por quem vai torcer, e entra dentro dele, como se fosse o próprio. Não vejo outra alternativa.
E tanta coisa melhor pra se fazer nesta vida...Mas, como eu já disse outro dia a respeito do Big Brother Brasil: Só entra em minha casa o que eu permito. Lixo, não entra. Lixo, sai.
Bom, é claro, isso é apenas o que eu penso. Cada um pensa e faz o que bem entende de sua vida. Mas que é um derperdício de energia, ah, isso é.
Melhor do que assistir a homens se debatendo em uma luta, é amar, é brincar de cavalinho com o filho, é embalar o filho no balanço do parque, correr na praça, brincar de bola, brincar de brincar de luta com o filho, mas uma luta de virar-se no chão, com abraços apertados, criar laços, desatar nós. Brincar de soldadinho com o filho, mas não para ensinar-lhe a ir a guerra, a matar, e, sim,para orientar-lhe sobre o valor da vida, a defender essa vida, cuidando do nosso planeta, de onde retiramos nosso sustento. Com a filha, também.
domingo, 28 de agosto de 2011
O MUNDO FICOU MAIS POBRE (RÔ Campos)
(Postagem que fiz em meu mural, no FACEBOOK, sobre o trágico e desolador episódio que ceifou brutalmente a vida de Moysés Mota, cientista social, professor, escritor, poeta e, principalmente, uma voz que bradava contra os desmandos e a corrupção que grassa no país)
Nada escrevi no mural de minha amiga Regina Melo sobre o lamentável episódio que ceifou a vida de seu irmão Moysés. Faltaram-me palavras. Sempre tive muita dificuldade em lidar com essas situações. As sílabas não conseguem transformar-se em palavras, a boca trava, o coração aperta. Há pouco retornei para casa e, à entrada do portão, tentando abri-lo com o controle remoto, lembrei-me do ocorrido. Entrei em casa, liguei meu laptop e, após ver algumas postagens e comentários sobre o assunto, cheguei a uma conclusão. Lamentável que tenham roubado a vida da pessoa errada. Não que se possa sair por aí matando gente no atacado ou a granel. Isso não. Mas a verdade é que o ou os assassinos calaram a voz de um homem contestador, detentor de firme posicionamento contra os desmandos, a corrupção, esse câncer que é um dos principais responsáveis pela miséria humana. Silenciaram aquele que sempre lutou por uma sociedade mais justa . Essa voz que pugnava por um mundo melhor. Um mundo melhor para todos nós, mas, principalmente para aqueles, como esses assassinos estúpidos, que não tiveram qualquer oportunidade na vida, que foram abandonados à própria sorte, que não receberam do poder público o que lhes cabia, mantidos na ignorância, para que jamais gritassem pelos direitos que lhes assegura uma constituição democrática. Calaram covardemente a voz de quem, com bravura, bradava por todos nós. A humanidade ficou mais pobre. Estamos órfãos.
Nada escrevi no mural de minha amiga Regina Melo sobre o lamentável episódio que ceifou a vida de seu irmão Moysés. Faltaram-me palavras. Sempre tive muita dificuldade em lidar com essas situações. As sílabas não conseguem transformar-se em palavras, a boca trava, o coração aperta. Há pouco retornei para casa e, à entrada do portão, tentando abri-lo com o controle remoto, lembrei-me do ocorrido. Entrei em casa, liguei meu laptop e, após ver algumas postagens e comentários sobre o assunto, cheguei a uma conclusão. Lamentável que tenham roubado a vida da pessoa errada. Não que se possa sair por aí matando gente no atacado ou a granel. Isso não. Mas a verdade é que o ou os assassinos calaram a voz de um homem contestador, detentor de firme posicionamento contra os desmandos, a corrupção, esse câncer que é um dos principais responsáveis pela miséria humana. Silenciaram aquele que sempre lutou por uma sociedade mais justa . Essa voz que pugnava por um mundo melhor. Um mundo melhor para todos nós, mas, principalmente para aqueles, como esses assassinos estúpidos, que não tiveram qualquer oportunidade na vida, que foram abandonados à própria sorte, que não receberam do poder público o que lhes cabia, mantidos na ignorância, para que jamais gritassem pelos direitos que lhes assegura uma constituição democrática. Calaram covardemente a voz de quem, com bravura, bradava por todos nós. A humanidade ficou mais pobre. Estamos órfãos.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
PALHAÇO FORMIGUINHA, MEU AVÔ GENÉSIO BENTES, A ARTE E A VIDA
(RÔ Campos)
Chorei lendo trechos aqui na net que mencionam meu avô materno (e padrinho) Genésio Bentes, ator, humorista, radialista, um dos fundadores da Rádio Rio Mar, e que passou também pelas Rádios Baré e Difusora.
Como meu avô era bem humorado e belo, um homem sedutor. O amor que tenho pela arte decerto vem dele, um grande artista, que viajou pelo Brasil juntamente com grandes nomes, como Mario Lago.
Lembro-me que ele tomava o violão e dedilhava, todo garboso, tocando belíssimas canções de ouvido. Bom de papo, conquistava as mulheres de primeira. Teve muitas mulheres, por quem se apaixonava, feito um Vinícius de Moraes. E quando nova paixão nascia, ele não pensava duas vezes e se escafedia. Qualquer semelhança não será mera coincidência.
DNA fortíssimo, fez-me enveredar pelo mundo da arte desde cedo. Aos 11 anos comecei a fazer parte da turma do Programa Cirandinha na TV, na extinta TV Ajuricaba, no Morro do Bode, Bairro de Santo Antônio, com a Titia Maria do Céu. Cheguei a levar grande parte da família para lá. Até o nosso cachorro Rin-tin-tin, certa feita, invadiu os estúdios e entrou nas casas manauaras, todo prosa, quem sabe procurando o pequeno cabo Rust.
Entre declamações, dublagens, danças e outros papéis, como a da professora de uma escolinha (humorística), fui me realizando como ser, num mundo que já me era totalmente familiar. Tentei cantar, mas fui aconselhada a desistir, depois de algumas tentativas em ensaios. O guitarrista Leonardo, que fazia parte da banda que tocava no programa, desistiu antes de mim. Desempenho sofrível. Desafinada na música, mas afinada com a palavra, com a poesia, através da qual eu consigo cantar sem abrir a boca.
Hoje, me contento em tocar um humilde ganzá (cujo som, apesar de sua insignificância no contexto geral, fascina-me), ou a pandeirola, que, muitas vezes, deixa-me com os dedos esfolados, sangrando. Não importa. O que me importa é cantar através das mãos toda a melodia que emerge das minhas entranhas, passa pelo coração e cérebro e chega até elas, transferindo-as para os instrumentos que, repletos de energia, transbordam.
Eu posso até não cantar uma música, até porque o sol não é para todos, mas eu posso - e canto - a vida, como o meu avô a cantou nos quatro cantos do Brasil. Porque a vida, esta sim, é para todos aqueles que querem viver, e eu jamais deixarei de vivê-la, por um dia sequer, mesmo que eu esteja dormindo, pois amo tudo o que compõe essa ópera, A Ópera da Vida. E, quando durmo, meu corpo descansa e minha alma se desgarra e passeia por outros planos, trazendo-me notícias que não me são reveladas, mas que minha alma sabe e meu corpo sente.
Chorei lendo trechos aqui na net que mencionam meu avô materno (e padrinho) Genésio Bentes, ator, humorista, radialista, um dos fundadores da Rádio Rio Mar, e que passou também pelas Rádios Baré e Difusora.
Como meu avô era bem humorado e belo, um homem sedutor. O amor que tenho pela arte decerto vem dele, um grande artista, que viajou pelo Brasil juntamente com grandes nomes, como Mario Lago.
Lembro-me que ele tomava o violão e dedilhava, todo garboso, tocando belíssimas canções de ouvido. Bom de papo, conquistava as mulheres de primeira. Teve muitas mulheres, por quem se apaixonava, feito um Vinícius de Moraes. E quando nova paixão nascia, ele não pensava duas vezes e se escafedia. Qualquer semelhança não será mera coincidência.
DNA fortíssimo, fez-me enveredar pelo mundo da arte desde cedo. Aos 11 anos comecei a fazer parte da turma do Programa Cirandinha na TV, na extinta TV Ajuricaba, no Morro do Bode, Bairro de Santo Antônio, com a Titia Maria do Céu. Cheguei a levar grande parte da família para lá. Até o nosso cachorro Rin-tin-tin, certa feita, invadiu os estúdios e entrou nas casas manauaras, todo prosa, quem sabe procurando o pequeno cabo Rust.
Entre declamações, dublagens, danças e outros papéis, como a da professora de uma escolinha (humorística), fui me realizando como ser, num mundo que já me era totalmente familiar. Tentei cantar, mas fui aconselhada a desistir, depois de algumas tentativas em ensaios. O guitarrista Leonardo, que fazia parte da banda que tocava no programa, desistiu antes de mim. Desempenho sofrível. Desafinada na música, mas afinada com a palavra, com a poesia, através da qual eu consigo cantar sem abrir a boca.
Hoje, me contento em tocar um humilde ganzá (cujo som, apesar de sua insignificância no contexto geral, fascina-me), ou a pandeirola, que, muitas vezes, deixa-me com os dedos esfolados, sangrando. Não importa. O que me importa é cantar através das mãos toda a melodia que emerge das minhas entranhas, passa pelo coração e cérebro e chega até elas, transferindo-as para os instrumentos que, repletos de energia, transbordam.
Eu posso até não cantar uma música, até porque o sol não é para todos, mas eu posso - e canto - a vida, como o meu avô a cantou nos quatro cantos do Brasil. Porque a vida, esta sim, é para todos aqueles que querem viver, e eu jamais deixarei de vivê-la, por um dia sequer, mesmo que eu esteja dormindo, pois amo tudo o que compõe essa ópera, A Ópera da Vida. E, quando durmo, meu corpo descansa e minha alma se desgarra e passeia por outros planos, trazendo-me notícias que não me são reveladas, mas que minha alma sabe e meu corpo sente.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
CONSIDERAÇÕES SOBRE O AMOR E AS MARÉS
(RÔ Campos)
Um desejo indizível de me entregar ao mar e nadar, nadar, nadar...
No mar do meu imenso coração, ora calmo, ora revolto.
Amar nas altas marés, mas amar também quando o mar se acomoda,
com as ondas se deitando lentamente na areia.
De repente, sinto que só sei amar quando o mar em que meu coração navega, se agita.
A calmaria e os ventos frios congelam os longos e intrincados canais do meu coração.
Só o ventos quentes que sopram sobre os mares me suscitam as paixões.
Essas paixões que embriagem como os vinhos jovens, perfumados e marcantes.
Essas paixões que embriagam como os vinhos jovens, perfumados e marcantes.
Um desejo indizível de me entregar ao mar e nadar, nadar, nadar...
No mar do meu imenso coração, ora calmo, ora revolto.
Amar nas altas marés, mas amar também quando o mar se acomoda,
com as ondas se deitando lentamente na areia.
De repente, sinto que só sei amar quando o mar em que meu coração navega, se agita.
A calmaria e os ventos frios congelam os longos e intrincados canais do meu coração.
Só o ventos quentes que sopram sobre os mares me suscitam as paixões.
Essas paixões que embriagem como os vinhos jovens, perfumados e marcantes.
Essas paixões que embriagam como os vinhos jovens, perfumados e marcantes.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
UM JEITO GOSTOSO DE VIVER O DOMINGO
Domingo, 28, a partir das 18h, no TOC TOC DELÍCIAS & CHOPP (Av. do Turismo, 2126, a 2km da estrada da Ponta Negra, quase em frente ao Previdenciário Clube), SAMBA VERÃO TOC TOC, com ZÉ MARIO & GRUPO KRIASAMBA, levando os melhores Sambas & Bossas de todos os tempos. Couver artístico R$ 7,00 (por pessoa). Uma junção de boa música e louras geladas a precinhos promocionais irrecusáveis (Cerveja em lata BRAHMA e SKOL apenas R$ 2,50. Long-neck R$ 4,00). Vários petiscos, amplo estacionamento (grátis) e um ambiente absolutamente aconchegante (com área coberta ou ao ar livre), ideal para você curtir a dois ou com grupo de amigos.
TEM MAIS: Uma produção da PACTOLO - Produções e Eventos (em parceria com o TOC TOC), verdadeiro selo de garantia da qualidade de tudo que promove - FAZENDO A DIFERENÇA NA ARTE DE PRODUZIR.
TEM MAIS II: Quer festejar seu aniversário ou qualquer outra comemoração nesse dia (com um grupo seleto de amigos), ao som refinado do Kriasamba, considerado um dos melhores do samba em nossa cidade? É simples. Ligue e faça sua reserva, ou mande-nos um email: bentescampos@gmail.com. Fechamos pacotes incluindo petiscos, iscas etc.
Informações e reservas: (92) 9216-6583/8145-2507
TEM MAIS: Uma produção da PACTOLO - Produções e Eventos (em parceria com o TOC TOC), verdadeiro selo de garantia da qualidade de tudo que promove - FAZENDO A DIFERENÇA NA ARTE DE PRODUZIR.
TEM MAIS II: Quer festejar seu aniversário ou qualquer outra comemoração nesse dia (com um grupo seleto de amigos), ao som refinado do Kriasamba, considerado um dos melhores do samba em nossa cidade? É simples. Ligue e faça sua reserva, ou mande-nos um email: bentescampos@gmail.com. Fechamos pacotes incluindo petiscos, iscas etc.
Informações e reservas: (92) 9216-6583/8145-2507
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
VEJA MANAUS COMER & BEBER - FANTÁSTICO!!
Parabéns à Revista Veja pela maturidade alcançada no VEJA MANAUS COMER & BEBER 2011/2012. Parabéns, também, aos jurados, que causaram uma reviravolta, no bom sentido, é claro, nessa premiação que já estava cansando a todos, pelo repeteco anual nos premiados, como se nossa cidade, que hoje conta com uma vida noturna agitada e extensa, e exuberância em sua cultura gastronômica, não passasse de um porto de lenha. Houve uma renovação considerada, o que é muito bom. Poucas repetições, o que incentiva a todos a busca incessante de melhoria, e somos nós, a população, que ganhamos com tudo isso.
Torci e amei por O Chefão. Babu Loureiro é o cara. Idem, idem pelo campeão Banzeiro. Conheci aquela família em 2006, em Itacoatiara, quando estive no FECANI com alguns amigos, que me levaram a uma pizzaria que diziam ser um espetáculo. Tanto a pizzaria como toda a família, foi o que concluí à época. O menino Felipe já estava lá, na cozinha. Hoje, um jovem vencedor, brilhante, e, cá pra nós, lindo de viver.
Feliz pela premiação do Botequim do Galvez. Muito feliz. Adoro as comidinhas de lá. Os sertões, meu prato preferido. Hummm....delícia!!! O chopp, o quê dizer do chopp????
O All Night, particularmente, eu não conheço. Mas, pelo que sempre ouço a respeito, mereceu os prêmios.
Depois continuo os comentários em outro texto. Agora, tenho que me preparar para assistir ao show do Zeca Baleiro. Queria mesmo era ir assistir ao Diogo Nogueira, mas forças ocultas me impedem. Depois, festejar o prêmio com a galera do ET BAR e, finalmente, aportar no TOC TOC DELÍCIAS & CHOPP, para curtir e dançar ao som MARAVILHOSO da BANDA IMPAKTO, que começa à meia-noite.
Torci e amei por O Chefão. Babu Loureiro é o cara. Idem, idem pelo campeão Banzeiro. Conheci aquela família em 2006, em Itacoatiara, quando estive no FECANI com alguns amigos, que me levaram a uma pizzaria que diziam ser um espetáculo. Tanto a pizzaria como toda a família, foi o que concluí à época. O menino Felipe já estava lá, na cozinha. Hoje, um jovem vencedor, brilhante, e, cá pra nós, lindo de viver.
Feliz pela premiação do Botequim do Galvez. Muito feliz. Adoro as comidinhas de lá. Os sertões, meu prato preferido. Hummm....delícia!!! O chopp, o quê dizer do chopp????
O All Night, particularmente, eu não conheço. Mas, pelo que sempre ouço a respeito, mereceu os prêmios.
Depois continuo os comentários em outro texto. Agora, tenho que me preparar para assistir ao show do Zeca Baleiro. Queria mesmo era ir assistir ao Diogo Nogueira, mas forças ocultas me impedem. Depois, festejar o prêmio com a galera do ET BAR e, finalmente, aportar no TOC TOC DELÍCIAS & CHOPP, para curtir e dançar ao som MARAVILHOSO da BANDA IMPAKTO, que começa à meia-noite.
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